“Com emoção ou sem emoção?”

É isso que muitas de nós escutávamos quando subíamos em algum balanço e esperávamos sermos empurradas no playground do jardim de infância. Agora, crescidas, somos impulsionadas não por alguém, mas sempre por uma causa maior. E quando o ‘novo’ aparece, só há duas direções: se jogar ou hesitar. O encanto não nos permite conhecer o que existe entre o 8 e o 80. O amor é contra-indicado para quem não sabe correr riscos.Mas, em caso de ferimento, contatar as amigas mais próximas e fazer da noite das garotas o seu pó cicatrizante. E isso se aplica a qualquer tipo de afeto, seja pelo capitão do time de futebol da escola ou pelo sonho que decidimos realizar. A verdadeira adrenalina está em fazer o que der na telha sem sequer seguir algum conselho clichê. A grande intensidade da nossa existência fica na linha tênue entre a nossa sede de fazer acontecer e o nosso bom senso. Você não precisa ter uma grande cartada para cada jogada, mas também não pode estar alheia aos movimentos. Sinta a liberdade de ir e vir, e experimente uma voltinha no Sol. Use de toda sua genialidade e perceba que você pode estar no lugar certo e na hora certa. A espera costuma fazer as borboletas voarem mais alto no seu estômago, mas quando o grande momento chegar, faça dele a volta mais excitante, como em uma montanha russa onde você esperou uma eternidade na fila! E no final, quando tudo pode parecer em vão, abra sua bagagem de tentativas e, sorrindo, saiba que foi por um triz. Que faltou assim, um quase nada.

créditos: http://www.depoisdosquinze.com

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